Tesseract 3D

Impressão 3D para o setor automotivo

Protótipo de componente, dispositivo de linha e maquete de equipamento: o que a engenharia, a fábrica e a área comercial pedem.

Desenho ilustrativo: um dispositivo de conferência com o suporte nos pinos de referência.

Impressão 3D no automotivo

Impressão 3D no setor automotivo é usar peça impressa onde o ferramental ainda não compensa: no protótipo que valida o encaixe, no dispositivo que muda com a linha e na maquete que explica um equipamento.

  • A engenharia confere encaixe e montagem na peça física antes de abrir molde.
  • A linha recebe gabarito e dispositivo em lote curto, refeitos quando o processo muda.
  • Vendas e treinamento mostram o equipamento sem tirar a máquina do lugar.

Onde entra no setor automotivo

  • Engenharia

    Protótipo de componente e validação de montagem: folga, acesso e sequência conferidos com a peça na mão, enquanto corrigir ainda é mudar o CAD.

  • Linha

    Gabarito, dispositivo e peça de reposição em lote curto, sem ferramental, refeitos quando a linha troca de produto.

  • Comercial

    O equipamento em escala na mesa do cliente, para explicar o sistema sem levar a máquina.

  • Treinamento

    O conjunto em corte, com peças que saem e voltam, para ensinar montagem e manutenção fora da linha.

Clientes da Tesseract no setor automotivo.

Ficha técnica

Entrada
STL, STEP ou OBJ
Tecnologia
FDM na estrutura e no dispositivo, SLA em resina no detalhe
Materiais
ABS e PETG na linha e na bancada, PLA na maquete
Tolerância
±0,1 mm
Volume
Unidade, protótipo e lote curto
Acabamento
Lixa, primer e pintura quando o uso pede

Perguntas frequentes

Vocês trabalham com acordo de confidencialidade?

Projeto de engenharia automotiva costuma exigir sigilo. Trate disso no pedido de orçamento, antes de mandar o arquivo: o acordo é combinado nessa conversa, e o arquivo vai depois.

Por que a página não mostra os projetos?

Muito do que se imprime para o automotivo é peça de um produto que ainda não foi lançado. Os logos acima são de clientes do setor. Um projeto só aparece no site com a autorização do cliente.

A peça impressa entra na linha?

Gabarito e dispositivo, sim. O material sai da análise técnica, a partir da carga e do ambiente da estação; ABS e PETG costumam ser o ponto de partida.

Dá para pedir lote pequeno?

Dá. Lote curto é o regime das peças sob demanda: sem ferramental, o custo fica por peça, e o mesmo arquivo serve para repetir o pedido.

Dá para fazer a maquete de um equipamento da linha?

Dá, a partir do CAD do equipamento. O uso define a escala e o acabamento: ela pode ir para a feira, para a mesa do cliente ou para a sala de treinamento.

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Mande o componente ou o dispositivo

Conte onde a peça vai trabalhar e quantas são. A análise técnica volta em até 24 horas úteis, com material, viabilidade e prazo.

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O que mandar no pedido

  • O arquivo em STL, STEP ou OBJ, ou fotos e medidas.
  • Onde a peça trabalha: carga, calor, manuseio.
  • Quantas unidades e se há data marcada.

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