Maquete de equipamento e maquinário
Maquete de equipamento impressa em 3D a partir do CAD: a máquina ou o conjunto mecânico em escala, com o detalhe que explica como funciona.
A máquina que não entra na sala de reunião
Uma maquete de equipamento é a réplica em escala de uma máquina ou de um conjunto mecânico, impressa a partir do CAD, para mostrar proporção, acesso e funcionamento sem levar a máquina real.
- O mesmo CAD da engenharia, na escala que cabe na mesa.
- Corte e meia-seção mostram o que acontece por dentro.
- Estrutura em FDM, detalhe fino em SLA em resina.
O catálogo não mostra o que o comprador quer ver
A máquina fica longe
Equipamento industrial se vende em reunião, mas não entra no elevador. Catálogo e vídeo mostram o lado de fora; a dúvida do comprador costuma estar no acesso para manutenção, no tamanho real e no que acontece dentro da carcaça.
A máquina vem até a mesa
A maquete sai do CAD que a engenharia já tem, na escala que cabe na mesa. Onde a dúvida está dentro, a carcaça abre em meia-seção. O detalhe que carrega informação, como rotor, painel ou passarela, vai para resina.
Meia-seção: o que a carcaça esconde
O desenho é uma bomba; o raciocínio vale para redutor, válvula, britador ou compressor. A análise técnica decide onde cortar.
Desenho ilustrativo, sem escala. A peça de cada projeto sai do arquivo do cliente.
- Corte na carcaçaMetade da carcaça sai e a face cortada fica marcada, para o olho achar o plano de corte.
- Rotor à mostraA peça que trabalha, em SLA em resina, com as pás inteiras e no lugar.
- Motor e baseO volume grande em FDM, fiel à proporção do conjunto e firme para o manuseio.
Ficha técnica
- Entrada
- STL, STEP ou OBJ
- Recursos
- Corte, meia-seção, peças que saem
- Tecnologia
- FDM na estrutura, SLA em resina no detalhe
- Tolerância
- ±0,1 mm
- Acabamento
- Pintura na cor do equipamento
Ficha completa
- Sem arquivo 3D
- Fotos de vários ângulos e as medidas principais
- Escala
- Definida na análise técnica, pelo uso
- Materiais
- PLA, ABS e PETG; resina no detalhe
- Análise técnica
- Viabilidade, material e prazo antes de qualquer compromisso
- Entrega
- Produção em São Paulo, entrega em todo o Brasil
Maquete, catálogo ou a máquina na visita?
Cada um resolve uma parte da venda técnica.
| Opção | O que mostra | Onde funciona | Onde perde |
|---|---|---|---|
| Maquete em escala | Proporção, acesso e o interior em corte | Mesa de reunião, estande, sala de aula | Não liga nem mostra desempenho |
| Catálogo e vídeo | O lado de fora e os dados de desempenho | E-mail, site e proposta | Ninguém aponta nem gira na mão |
| Máquina real | Tudo, funcionando | Na fábrica ou numa feira grande | Frete, montagem e espaço caros |
Onde a maquete de equipamento vira solução
Visita comercial
O vendedor põe o equipamento na mesa do cliente e abre a carcaça na frente dele.
Feira
A máquina que não cabe no estande entra em escala, com acabamento para luz dirigida.
Treinamento de operação
O operador vê por dentro o que vai encontrar na manutenção, sem parar a linha.
Presente de fechamento
A miniatura do equipamento entregue na assinatura do contrato.
Do CAD da máquina à maquete em escala
O prazo de cada etapa vem com o orçamento.
Arquivo
O CAD do equipamento, ou fotos e medidas.
Análise técnica
Escala, onde cortar e o que vai para resina.
Impressão
FDM na carcaça e na base, SLA no rotor e no painel.
Acabamento
A cor da máquina, com o corte destacado.
Entrega
Montada e embalada para viajar.
O que muda o prazo e o custo
Sem preço de tabela: a análise técnica pesa estes pontos.
- Escala
- Quanto maior, mais horas de impressão. A certa é a que se lê da cadeira.
- Corte e peças que saem
- Cada abertura pede encaixe próprio e mais montagem.
- Detalhe em resina
- Painel, rotor e instrumento pequeno custam mais por peça que o volume em FDM.
- Cores
- A cor da marca e uma cor de destaque no corte costumam bastar.
Onde a maquete de equipamento não resolve
Melhor saber antes do orçamento.
Teste de funcionamento
A maquete mostra como a máquina funciona, mas não bombeia nem gira sob carga. Para peça que precisa trabalhar, o protótipo funcional.
Máquina sem CAD nem medidas
Sem modelo, sem fotos de vários lados e sem as medidas principais, a fidelidade cai. A análise técnica diz o que dá para fazer.
Detalhe menor que a escala
Rosca, solda e etiqueta pequena somem na redução. Quando o detalhe é o assunto, vale uma escala maior num trecho só.
Indústrias que já imprimiram com a Tesseract
Perguntas frequentes
Dá para mostrar o que está dentro da máquina?
Sim. Corte, meia-seção e peças removíveis são decididos na análise técnica, antes de imprimir. É a forma mais direta de explicar um mecanismo sem abrir o equipamento real.
Os detalhes pequenos aparecem?
Painel, rotor, passarela e tubulação fina vão para SLA em resina, que segura definição em peça pequena, e entram na estrutura impressa em FDM.
Vocês pintam na cor da marca?
Sim, acabamento e pintura entram no escopo. Mande a referência da cor no pedido para ela entrar na análise técnica.
A maquete aguenta ir e voltar de visita?
Sim, se o material e a fixação forem pensados para isso. Diga no pedido que a peça vai viajar: o que é frágil pode sair para o transporte e voltar ao lugar na mesa.
Dá para fazer várias unidades iguais?
Sim. O arquivo aprovado vira a referência, e cada nova unidade sai dele igual à primeira.
O que define o preço?
Pesa o tamanho na escala escolhida, quanto do interior fica à mostra e quanto detalhe vai para resina. A pintura vem depois. Com verba fixa, diga no pedido: a análise técnica parte dela.
Tem uma máquina difícil de mostrar?
Mande o CAD ou as fotos. A análise técnica volta em até 24 horas úteis, com escala, corte recomendado e prazo.
O arquivo pode ir depois, por e-mail ou WhatsApp.
Como usamos estes dados: política de privacidade
O que mandar no pedido
- O CAD do equipamento em STL, STEP ou OBJ, ou fotos e medidas.
- O que precisa aparecer por dentro e o que pode ficar fechado.
- A cor da marca e onde a maquete vai ser usada.
