Maquete de planta industrial
Maquete de planta industrial impressa em 3D a partir do projeto: galpões, linha, utilidades e pátio na mesma escala, em cima da mesa da reunião.
A operação inteira numa peça
Uma maquete de planta industrial é a réplica em escala de uma fábrica, ou de parte dela, impressa a partir do projeto para discutir leiaute, fluxo e expansão com todo mundo olhando a mesma coisa.
- Sai do modelo que a engenharia já mantém, na escala que o uso pede.
- Em módulos por área: um trecho é refeito quando o projeto muda.
- Diretoria, engenharia e operação leem a planta sem traduzir desenho.
Por que a planta baixa não basta
Oito pessoas, oito leituras
Numa reunião de aprovação de leiaute, metade da sala não lê planta baixa e a outra metade lê de jeitos diferentes. O render ajuda, mas fica na tela de quem apresenta, e a conversa vira interpretar desenho em vez de decidir a operação.
Uma peça que todos leem igual
A planta sai impressa do mesmo modelo da engenharia, em módulos sobre uma base. Prédio, linha, doca e pátio ficam na mesa, na mesma escala, e cada pessoa aponta o ponto que quer discutir.
Como a maquete de planta é dividida
A divisão segue as áreas da operação. O desenho mostra três módulos; o projeto define quantos.
Desenho ilustrativo, sem escala. A peça de cada projeto sai do arquivo do cliente.
- Módulo de produçãoGalpão e linha numa base própria, que sai da mesa para ser estudada sozinha.
- Módulo de utilidadesTanques e casa de máquinas, que costumam mudar de lugar no estudo de expansão.
- Juntas da tuboviaOnde a tubovia passa de um módulo ao outro. A análise técnica escolhe esses pontos antes de imprimir.
- Módulo de expediçãoGalpão e docas, que mudam quando a logística é revista.
Ficha técnica
- Entrada
- STL, STEP ou OBJ
- Tecnologia
- FDM no volume, SLA em resina no detalhe
- Tolerância
- ±0,1 mm
- Divisão
- Módulos por área sobre uma base
- Escala
- Definida na análise técnica
Ficha completa
- Sem arquivo 3D
- Planta 2D com as alturas principais
- Materiais
- PLA, ABS e PETG; resina no detalhe
- Acabamento
- Lixa, primer e pintura por área
- Análise técnica
- Viabilidade, material e prazo antes de qualquer compromisso
- Entrega
- Produção em São Paulo, entrega em todo o Brasil
Maquete física, render ou vídeo?
Os três mostram a planta. Mudam o lugar onde funcionam e quem consegue usar.
| Formato | Onde funciona | Quem lê bem | Onde perde |
|---|---|---|---|
| Maquete física | Na mesa da reunião, no saguão, no estande | Todo mundo em volta da mesa, ao mesmo tempo | Mudança grande de leiaute pede módulo novo |
| Render | Na tela, na proposta e no relatório | Quem já conhece o projeto | Uma pessoa conduz e as outras assistem |
| Vídeo | Em apresentação e em rede social | Quem precisa ver o fluxo andando | Segue o roteiro de quem gravou, não a dúvida da sala |
Onde a maquete de planta vira solução
Integração de quem chega
O novato entende prédio, linha e pátio antes de andar pela fábrica.
Estande de feira
A operação inteira cabe no estande, com luz em cima e o visitante em volta.
Proposta de projeto
Quem vende a obra mostra a planta pronta ao cliente antes da primeira estaca.
Peça de inauguração
A planta em miniatura, entregue a quem participou da obra.
Do modelo da engenharia à maquete na mesa
O prazo de cada etapa vem por escrito com o orçamento.
Arquivo
O 3D da planta, ou a planta 2D com as alturas.
Análise técnica
Escala, divisão em módulos e quanto detalhe entra.
Impressão
FDM nos prédios e na base, resina no equipamento pequeno.
Acabamento
Lixa, primer e pintura por área ou por sistema.
Entrega
Os módulos embalados, prontos para montar na mesa.
O que muda o prazo e o custo
Nada aqui tem preço de tabela.
- Área e escala
- Uma planta grande numa escala alta vira muitos módulos e muitas horas de impressão.
- Nível de detalhe
- Equipamento, tubulação e passarela em resina custam mais que volume de prédio.
- Número de módulos
- Mais divisões ajudam no transporte e somam encaixe e montagem.
- Pintura
- Uma cor por área é mais rápida que copiar cada fachada.
Quando a maquete de planta não é a escolha
Melhor saber antes do orçamento.
Leiaute que muda toda semana
No esboço, o próprio 3D na tela custa menos. A maquete compensa quando o leiaute firma.
Detalhe que só aparece de perto
Parafuso, instrumento pequeno e texto de placa somem na escala de uma planta inteira. Para isso, a maquete de um equipamento só.
Medida para obra
A maquete mostra arranjo e proporção. Medida de obra vem do projeto executivo.
Indústrias que já imprimiram com a Tesseract
Perguntas frequentes
A planta inteira sai numa peça só?
Quase nunca. O padrão são módulos por área sobre uma base, que viajam melhor e se refazem um a um.
Que arquivo vocês precisam?
O 3D da planta é o melhor ponto de partida. Com a planta 2D e as alturas principais também dá, e a preparação do modelo entra no orçamento.
Qual escala vocês recomendam?
Depende do que a maquete precisa mostrar. Apresentação executiva pede o conjunto; estudo de leiaute pede o equipamento. A escala vem com o orçamento.
Dá para mostrar a expansão separada do que já existe?
Sim. A área nova pode ser um módulo à parte, numa cor diferente, que entra no lugar quando o estudo é apresentado.
Maquete ou visita à fábrica: o que convence mais?
A visita mostra a operação real; a maquete vai aonde a visita não chega e mostra o que ainda não existe.
O que define o preço?
A área na escala escolhida, quanto equipamento e tubulação entram e o número de módulos. Com verba fixa, diga no pedido: a análise técnica parte dela.
Tem uma planta para apresentar?
Mande o modelo ou a planta. A análise técnica volta em até 24 horas úteis, com escala, divisão em módulos e prazo.
O arquivo pode ir depois, por e-mail ou WhatsApp.
Como usamos estes dados: política de privacidade
O que mandar no pedido
- O 3D da planta em STL, STEP ou OBJ, ou a planta 2D com as alturas.
- Que áreas entram e o que precisa de detalhe.
- Onde a maquete vai ficar e se há data marcada.
